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O fabuloso jardim de Burle Marx

Publicado em 29 de agosto de 2014

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A passagem do arquiteto paisagista Roberto Burle Marx pela Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro teve um resultado marcante nas suas futuras produções: muitos acreditam que seus jardins tinham um traço particular que lembravam pinturas abstratas. Ao invés de reproduzir a natureza nas artes plásticas, ele levou a arte para a natureza – criou arte com seus jardins.

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O primeiro projeto paisagístico de Burle Marx foi em 1932, em um jardim de uma casa desenhada pelos arquitetos Lucio Costa e Gregory Warchavchik e, a partir daí, muitos trabalhos de peso tomaram forma pelas mãos artísticas do arquiteto: o Parque do Ibirapuera, os jardins do MAM, Museu de Arte Moderna do Rio, o Aterro do Flamengo e até a Embaixada do Brasil em Washington, EUA.

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Mas uma de suas obras mais admiradas, talvez seja a mais pessoal delas: o jardim de sua própria casa, em Barra de Guaratiba, no litoral do Rio. O sítio, hoje doado ao IPHAN, Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, reúne uma das maiores coleções de plantas tropicais e semi-tropicais do mundo, em 365 mil m2 de área verde. É como estar dentro de uma obra de arte. Afinal, como dizem algumas referências, Burle Marx “pintava com as plantas e flores”.

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